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Por Airfluencers

Em 08 de May de 2020

Mais uma data importante para o varejo que sofre com os impactos do COVID-19

O Dia das Mães é visto por muitos comerciantes como o Natal do primeiro semestre, porém, devido às condições que a pandemia nos trouxe, não tem sido nada fácil para o mercado manter o ritmo de vendas como nos anos anteriores. Essa será a segunda data sazonal com baixa em vendas pelos impactos do COVID-19.

Os últimos anos foram de crescimento para o Dia das Mães

Considerada a terceira data mais importante para o varejo, o dia das mães foi a data comemorativa que mais teve crescimento nos últimos 5 anos. Veja o comparativo feito pela Google sobre o dia das mães:

  1. Dia das Mães: +34%
  2. Dia dos Namorados: +24%
  3. Dia dos Pais: +19%
  4. Natal e Black Friday: +9%
  5. Dia das Crianças: 0%

 

Porém a previsão para 2020 é diferente…

Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) a previsão de queda é de 60% para o varejo este ano. Uma baixa histórica para o dia das mães. 

A Páscoa, por exemplo, teve queda menor (-31%) pois o segmento de supermercado permaneceu aberto durante a pandemia, diferente de segmentos como lojas de roupas, eletrodomésticos e eletrônicos que apesar das vendas online, tiveram que manter suas portas fechadas por praticamente 2 meses. 

Fabio Bentes, economista da CNC, diz que o comércio deverá registrar queda. Veja a previsão para os 3 principais Estados:

São Paulo – 58%

Rio de Janeiro – 47%

Minas Gerais – 46%

O que os consumidores estão pensando sobre o Dia das Mães?

Muitos não vão comemorar com suas famílias, mas não deixaram de comprar presentes, mesmo que pela internet, para suas mães. 

Segundo uma pesquisa realizada pela GFN (Growth from Knowledge) para entender a pretensão de compras para o dia das mães, antes da quarentena, 89% pretendia comprar presentes, este ano cai para 55%.

Além disso, a maior parte dos que vão comprar, pretendem gastar menos.

Em cada 10 entrevistados, 6 irão gastar menos de R$ 100,00 em presentes. Antes da pandemia, esse número era de 4 a cada 10. 

Os segmentos com maior venda:

Alguns segmentos com maior venda se mantém os mesmos dos anos anteriores, porém vemos uma diferença quanto aos utensílios para casa. Muitas pessoas vêm procurando objetos de decoração ou eletrodomésticos. Isso porque temos passado muito mais tempo em casa e estão valorizando mais os itens domésticos. 

Ranking por segmento:

  1. Vestuário
  2. Cosméticos 
  3. Chocolate 
  4. Jóias/Bijuterias
  5. Decoração
  6. Smartphone
  7. Liquidificador/Batedeira
  8. TV
  9. Tratamentos estéticos
  10. Máquina de lavar roupa

(fonte: GFN – Growth from Knowledge)

Impactos no Varejo Tradicional e Online 

Apesar da facilidade da compra online, o varejo tradicional, entendido como a compra física, sempre foi protagonista nas datas comemorativas, porém, este ano a queda é brusca. Para o ONLINE estima-se um aumento de 127% em relação ao ano anterior, já para o tradicional, a previsão de queda é de -42%.

Compra pela internet é uma realidade que muitos não vivem

Uma das maiores dificuldades para o consumidor acostumado com o varejo tradicional é a forma de pagamento da loja online. 

A maior parte das lojas online só aceitam cartão de crédito, o que deixa de ser uma opção para boa parte da população, principalmente a classe C e D. 

Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, 70% da população ainda usa o dinheiro como principal meio de pagamento, seguido por cartão de débito.

Nas grandes varejistas, por exemplo, um meio de pagamento muito comum é através de boleto ou crediários para financiar compras como eletrônicos, por exemplo. 

A Magazine Luiza, por exemplo, que tem boa parte do seu público de classe C e D, comunicou em seu site que está aceitando os cartões de débito do auxílio emergencial concedido pelo governo recentemente para compras online:

Uma ação muito positiva que mostra a preocupação da marca em oferecer uma alternativa para atender essa classe. 

Dificuldades para comprar online

Além do pagamento, ainda existe a falta de conhecimento de grande parte da população, principalmente os mais velhos em manusear a plataforma digital. Quem não está acostumada com Smartphones e computadores, sente dificuldade em se adaptar ao online e isso pode acarretar na desistência do usuário na hora da compra. 

É importante que as empresas prestem mais suporte para essa parte da população.

A Rappi, empresa de entregas delivery, promoveu uma campanha durante a pandemia para que as pessoas acima de 65 anos tenham acesso ao “Rappi Prime”, uma assinatura que tem entre seus benefícios: Atendimento exclusivo via app, descontos especiais todo o mês e isenção da taxas de entrega. 

O que as pessoas estão dizendo nas Redes Sociais?

Fizemos um levantamento para entender o que estava sendo falado sobre esta data nas redes sociais. 

Ao compararmos as hashtags do dias mães vemos que a quantidade de posts marcados diminuiu 46% quando comparada a 2019:

#diadasmaes2019 + #diadasmães2019 -182.155 posts

#diadasmaes2020 + #diadasmães2020 – 98.076 posts

Isso indica que muitas pessoas desistiram de postar a venda seus produtos, seja pelas dificuldades de produção/distribuição ou até mesmo com receio de não terem sua produção comprada até a data, como do próprio cliente/usuário em não mencionar ou esperar por essa data.

No Twitter, dos que mencionam que farão alguma coisa especial no Dia as Mães, mais da metade diz que seus planos foram alterados pela pandemia. 

Podemos ver que 26% irão dar presentes no dia das mães (seja pessoalmente ou entregue pelas lojas) e 24% Farão um almoço especial ou até mesmo um churrasco com a família (4%). 

 

Uma série de marcas foram lembradas neste ano, porém vimos que o consumidor, em momentos de crise, se volta para marcas mais conhecidas e que tem mais confiança.

Entre as marcas mais mencionadas temos a Natura, com 39% das menções, e logo atrás aparecem os e-commerces Magazine Luiza com 13%, Americanas com 10% e Submarino com 7%. 

 

Conclusão

Com base nestes estudos, podemos ver mais uma vez que a movimentação para o digital com uma comunicação eficaz, um time de influenciadores com autoridade que fale com a sua audiência e uma experiência de compra positiva na sua plataforma, fará com que o seu cliente sinta confiança na sua marca e volte a comprar com você mais vezes. 

Na matéria que fizemos sobre o mercado da China, nós falamos sobre como eles tiveram muito sucesso em vendas online integrando o e-commerce com as redes sociais que torna tudo muito mais fácil na jornada da compra do consumidor. Confira aqui.